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Meus Superdogues III


A REBECCA

 

Desde o início, deu para perceber uma cumplicidade entre nós.

Assim que eu chegava em casa, ela não saía mais de perto. Por onde eu andasse, estava atrás.

Que cachorrinha mais fofa!

Era a menorzinha da ninhada. Tão magrinha que se podia contar os ossos e pares de costelas.

Muito leve e ágil, era a única que conseguia subir no sofá e pular no meu colo.

De minha parte, eu a cercava de atenção.

Como ela comia devagar, para não ser atropelada pelos outros, sempre espertos e esfomeados, na hora de sair para o trabalho, dava-lhe um mingau reforçado, antes de servir os demais. Sabe aonde? Em cima da bancada da pia.

Tentava não me ligar muito ao cachorrinho. Ela e os irmãozinhos, logo, escolhidos por alguém, iriam embora...

Engano meu. Todos foram adotados e ninguém quis a minha magrelinha.

Pensam que fiquei chateada?
Foi um grande alívio. Naquela altura, a magrela, a quem dei o nome de Rebecca, já fazia parte da família.

Sabem o mais engraçado? O nome de todos da minha família começava com a letra R.

Penso que ela sabia disso.


TENHA UM LINDO DIA !!!!

 

"Crianças e animais são espelho da educação recebida. Refletem os bons ou maus tratos dispensados por seus pais, donos e pela comunidade onde vivem."

Angela Moura

 

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Foto: © 1995/2001 Angela Moura

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